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21
Mai 11
 
Materiais
- Cola para Decoupage Hidromax Tecido Gato Preto;
- Hidro laca Fosca Gato Preto
- Sandalias tipo Havaianas (branca);
- Guardanapo para decoupage;
- Pincel macio nº 18.
Remova as tiras das sandálias, limpe todas a peças com álcool ou lave-as bem.
Aplique com o pincel macio, uma demão generosa da Cola para Decoupage Hidromax Tecido Gato Preto.
Posicione o guardanapo sobre a cola para decoupage ainda bem úmida.
Com uma "boneca de tecido" pressione suavemente, colando o guardanapo e aguarde secagem.
Aplique sobre o guardanapo uma demão generosa da Cola para Decoupage Hidromax Tecido Gato Preto, aguarde secagem.
Aplique uma demão generosa da Hidro laca Fosca Gato Preto, aguarde secagem.
Posicione novamente as tiras das sandálias. Para uso e lavagem aguarde 72 hs.
 
publicado por Livraria Orpheu às 11:37

13
Abr 11

 

 

A aguarela caracteriza-se pela transparência das cores. As tintas existem à venda em estado sólido (pastilhas), pastoso (tubos) e líquido (frascos). Em qualquer dos casos usa-se a água como solvente até se obter o tom pretendido.  

Para fazeres uma aguarela tens de usar um papel próprio. Usam-se papéis encorpados, texturados e/ou granulados que existem à venda numa grande variedade. Precisas de um suporte que pode ser uma prancheta de desenho ou uma outra superfície lisa. Vais ainda necessitar de fita gomada de papel, uma  tesoura, água e uma esponja e as aguarelas, claro!
Corta o papel de modo a ficar mais pequeno que o suporte. Usa a fita gomada para fixares o papel bem esticado ao suporte. Certifica-te que o papel está o mais esticado possível, mas não é preciso que faça pressão. De seguida, vertes a água em cima do papel com a ajuda da esponja. Espalha bem a água sobre ele. Deverá ficar húmido, mas não encharcado. Se o papel for fino, será necessário molhar apenas um dos lados, se for grosso deves humedecer ambos. Deixa-o secar para que fique liso e pronto para iniciares o teu projecto artístico. A técnica do aguarela pode ser feita em papel seco ou húmido. Trabalhando com o papel húmido as cores espalham-se pela superfície e misturam-se. Enquanto que se trabalhares em papel seco, vais sobrepondo camadas de tinta, deixando secar cada camada. Assim vais obtendo tons mais escuros. Começa sempre pelas cores claras, acrescentando depois as escuras, pois, se te enganares, será impossível corrigires a pintura. Lembra-te que o branco na aguarela é o branco do papel, e por isso deves preservá-lo.

 
Técnica de Pintura a Aguarela passo a passo
 
Material necessario

Seis cores de aguarela Van Gogh: Amarelo azo claro (268), Vermelho permanente claro (338), Laca granza escura (331), Terra sombra tostada (409), Azul ultramar escuro (506) e Verde Hooker escuro (645).

Pínceis redondos, por exemplo, os de aguarela Van Gogh de poliéster.

Papel de aguarela, por exemplo, Bloco de aguarela Van Gogh 18 x 24 cm ou 24 x 32 cm.

Recipiente com água, pano de algodão ou de celulose, lápis (HB ou B), régua, borracha uma paleta de aguarela ou varios pratos pequenos brancos para realizar as misturas.

step 5 - click for a larger image


 

 

Passo 1

Com um lápis HB trace os 20 quadrados (macados com linhas azuis) do modelo muito levemente no papel. Com tamanho do papel 18 x 24 cm, por exemplo, você faz quadrados de 4 x 4 cm, com um tamanho do papel de 24 x 32 cm que você extrai os quadrados de 5.5 x 5.5 cm, deixando bastante espaço em volta das bordas para pôr a pintura em um passe-partout. Copie agora o molde no papel com lápis. Para maior clareza, o desenho do molde que você vê foi aplicado aqui demasiado pesadamente. Extrair tão levemente quanto possível, como as linhas escuras podem ser um distracção permanente.
Uma vez que o esboço está completo, apagar a grelha.

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Passo 2
Misturar o Ultramarine deep (506) com um pouco muito do Burnt umber (409) e abundância de água para fazer violeta azul e pintar as sombras das casas e a ponte, a vegetação e a reflexo e o movimento da água. Deixar secar completamente.
Colocar a almofada na diagonal, com o aproximado lateral superior. 5 cm mais elevado.
Preparar 3 tubs/pratos da pintura: um com o Ultramarine deep (506), um com uma luz fraca - yellow (268) (= pintura muito pequena, abundância de água) e uma com violeta (Ultramarine deep (506) misturado com Madder lake deep (331))
Molhar a seção do céu com água limpa e reservá-la para embeber dentro por um momento. Aplicar o azul do Ultramarine nos lugares. A cor espalhará para fora no papel molhado, criando transições delicadas e as formas das nuvens.
Adicionar alguma da luz - yellow ao branco das nuvens e acima do horizonte.
Pintar as montanhas com a violeta quando a parte mais inferior do céu estiver ainda molhada. As cores funcionarão ligeiramente, borrando os esboços e fazendo as montanhas parecer um ausente mais adicional. Adicionar mais água para a violeta mais brilhante.
A almofada pode agora ser colocada flat outra vez. Permitir que tudo seque completamente.
step 2 - click for a larger image
 

 

Passo 3
Misturar o burnt umber (409), pouco Azo yellow light(268) e algum Permanent red light (370) com a abundância de água para fazer uma luz ochre-cromo/cor beige. Pintar as paredes das casas e da ponte (também em parte sobre a cor azul da sombra) e o reflexo da água.
Adicionar mais Permanent red light (370) e pintar a igreja, as escadas na esquerda, e o reflexo na água.
Misturar o Hookers green deep (645) com pouco burnt umber (409), Azo yellow light(268) e a água para fazer um verde natural. Com esta pintura a vegetação e o reflexo na água, incluindo sobre a cor violeta azul da sombra, já aplicadas.
Diluir a cor com abundância de água e nos lugares ir sobre as montanhas, adicionando um dab do Ultramarine deep (506) para a vista sob a ponte.

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Passo 4
Misturar laranja a partir de Azo yellow light (268), com Permanent red light (370) e água, pintar os telhados, o reflexo da ponte, detalhes tais como caixilhos das janelas e as pedras na ponte (também aquelas das casas nas vistas sob a ponte).
Outra vez misturar um violeta azul com o Ultramarine deep (506), pouco burnt umber (409) e água e reforçar as sombras as mais escuras das árvores, das casas e da ponte (não se esquecer de detalhes como janelas e outros acentos).
Adicionar mais água e reforce o céu com os remendos. Usar uma escova limpa, molhada, a fim de amaciar pouco aqui e lá o céu nas bordas.
Pintar a água, a sombra nas montanhas e uns detalhes mais claros nas casas e na ponte.

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Passo 5
Concluindo, pintar a vegetação nos detalhes direitos e do final.
Misturar um verde natural do Hookers green deep (645), de algum burnt umber (409), Azo yellow light (268) e água. Pintar os remendos verdes grandes das folhas. Os remendos pequenos são criados espirrando a pintura no papel: para fazer isto, prender a escova alguns centímetros acima do papel e para bater o metal da escova com um dedo. A quantidade de pintura na escova é importante para um resultado bom. Praticar isto em uma folha de teste primeiramente.
Fazer o mesmo com uma cor azul, misturada do Ultramarine deep (506), de um pouco de verde Hookers green deep (645) e água. Esperar que seque completamente.
Pintar os troncos e as filiais com uma cor escura, browny-verde misturada do burnt umber (409), pouco Ultramarine deep (506) e água.
Fazer outra vez uma cor azul-violeta com Ultramarine deep (506), pouco burnt umber (409) e água e acentuando o ripples na água (especialmente no primeiro plano).
Iluminar a cor adicionando mais água e pintar alguns remendos da sombra nos telhados e nas paredes das casas.
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  • Colores intensas e de máxima solidez
  • Tonalidades inalteraveis inclindo em cores muito diluidas
  • Viscosidade uniforme
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Van Gogh acuarela, tubo 10 ml  Estuche de plástico, tubos 20HP112   


A escolha dos materiais e da técnica adequada está directamente ligada ao resultado final desejado para o trabalho. O suporte mais comum é a tela (normalmente uma superfície de madeira coberta por algum tipo de tecido). É possível também usar o papel (embora seja muito pouco adequado à maior parte das tintas). Quanto aos materiais, a escolha é mais demorada e, normalmente, envolve uma preferência pessoal e da tua disponibilidade financeira. O papel é o suporte comum para a aguarela e o guache, e eventualmente para a tinta acrílica. Os materiais mais comuns são: a tinta a óleo, a tinta acrílica, o guache e a aguarela. É também possível trabalhares com pastéis e carvão, embora estes materiais sejam mais apropriados para o desenho.
Cada artista desenvolve um estilo pessoal, como se se tratasse da sua própria assinatura. Isto só se consegue depois de muito trabalho e experiência, observando os métodos  e estilos de outros artistas para depois tentares pô-los em prática. O ideal é que visites museus, exposições e galerias de arte. Terás certamente muito que ver e aprender. Mas não te esqueças, na hora de criar, que na arte tudo é válido.
publicado por Livraria Orpheu às 16:16

 

   

 

   

 

   

 

   

 

   

 

   

 

   

 

   

 

   

 

   

 

     

publicado por Livraria Orpheu às 12:42

02
Abr 11
  

 

A pintura a óleo é uma técnicaartística que podes utilizar. Vais necessitar de tintas de óleo, pincéis, espátulas ou outros recursos, telas de tecido, ou superfícies de madeira ou de outro material. Vais ver que a pintura a óleo é muito versátil. A palete cromática de tintas de óleo abrange cerca de 114 cores disponíveis. Tens ainda a hipótese de as poderes conjugar harmoniosamente, nunca perdendo a qualidade cromática da pintura. Existe ainda no mercado uma larga variedade de médios que podem alterar certas características das tintas de óleo.

A consistência, a textura, o lustro/brilho e uma taxa de secura/fixação, são alguns dos factores que podem ser alterados. As tintas de óleo são uma mistura de pigmentos pulverizados e óleo de linhaça. É uma massa espessa, da consistência da manteiga, e já vem pronta para a usar, embalada em tubos ou em pequenas latas. Dissolve-se com óleo de linhaça ou terebintina (solvente) para torná-la mais diluída e fácil de espalhar. O óleo acrescenta brilho à tinta enquanto que o solvente tende a torná-la opaca. Acrescentando o óleo de linhaça a pintura demorará mais tempo a secar. Mas essa é uma grande vantagem da pintura a óleo, pois a secagem lenta da tinta permite ao pintor alterar e corrigir o seu trabalho. Para pintares a óleo aconselhamos-te a adquirires um cavalete para pousares a tela. Desta forma poderás proteger o teu trabalho, uma vez que ele demora muito a secar, mas também te facilita o processo criativo (melhor aproveitamento da luz e da cor).
Os óleos podem ser aplicados puros, para produzir uma intensa superfície de pinceladas. Ou podem ser diluídos até se obter uma consistência semelhante à das aguarelas, ou serem aplicados com um pequeno pedaço de pano de forma a produzirem apenas uma mancha suave. Se deixares secar uma camada para depois aplicares outra por cima, podes aperfeiçoar a forma da camada anterior e criar uma superfície rica em cor e textura.

 


 

Técnica de Pintura a Óleo passo a passo 

 

 

 

Material necessario
6 cores a óleo solúvel a água Van Gogh:
Branco de titânio (105), Amarelo azo claro (268), 
Vermelho naftol claro (398), Azul cobalto ftalo (514),
Verde permanente escuro (619) e Preto marfim (701).
Pinceis planos e redondos.
Suporte: papel ou tela de pintura a óleo Van Gogh
de 18 x 24 cm ou 24 x 32 cm.
Recipiente com água, pano de algodão, lápis (HB ou B),
régua, borracha e uma paleta para misturar e fazer as      
cores desejadas.
 
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Passo 1

Desenhe ligeiramente, com un lápiz HB, os 20 quadrados do exemplo (indicados com linhas azuis) sobre o suporte para pintura a óleo Van Gogh.

Por exemplo, num suporte de formato 18 x 24 cm desenhe quadrados de 4 x 4 cm, se o suporte for de formato 24 x 32, faça quadrados de 5,5 x 5,5 cm, assim ficará uma margem á volta do quadro que servirá para colocar num passepartur.

Agora calque com um lápis suavemente sobre o suporte o exemplo.

Quando tiver o desenho sobre o suporte, apague as linhas da quadrícula.

step 1 - click for a larger image

 

Passo 2

Componha diversas nuances de verde misturando Azul cobalto ftalo (514) com Amarelo azo claro (268) em diferentes proporções. Para os tons mais claros, junte mais amarelo e para os mais escuros mais azul. Misture um pouco de branco (105) a todas as nuances e pinte seguindo o exemplo as árvores do fundo.

Agora necessita diferentes tons de verde claro para a erva do primeiro plano. Como cor de base, misture Amarelo azo claro (268) com igual quantidade de branco (105), um pouco de Verde permanente escuro (619) e um pouco de Vermelho naftol claro (398). Junte, para conseguir as diferentes nuances: mais amarelo (201) ou um pouco de verde (602), um pouco de verde (602) e um pouco de vermelho (338).

Use as mesmas cores para as árvores do caminho, mas com menos verde e mais branco.

step 2 - click for a larger image
 

 

Passo 3

Faça um azul claro para o céu misturando muito branco (105) com Azul cobalto ftalo (514) e um pouco de Vermelho naftol claro (398). A seguir vá descendendo, vá juntando mais branco (105) e um pouco de amarelo (201). Atenção: não misture por completo as cores do céu numa paleta para que se faça um efeito de céu nubloso. Não esqueça os espaços abertos entre as folhas e debaixo das árvores.

Para o caminho, componha uma tonalidade quente arenosa á base de muito branco (105) e Amarelo azo claro (268) com um pouco de Vermelho naftol claro (398) e um pouco de Azul cobalto ftalo (514). Para a sombra do primeiro plano, junte branco (105) e um pouco de Azul cobalto ftalo (514) e Vermelho naftol claro (398).

Misture Verde permanente escuro (619) com pouco Preto marfim (701) para os pontos escuros do primeiro plano e os tons escuros das orlas do caminho.

Pinte a parte escura dos arvoredos com uma mistura de Verde permanente escuro (619), um pouco de branco (105) e um pouco de Vermelho naftol claro (398) e os pontos mais escuros com uma mistura de Preto marfim (701) e Amarelo azo claro (268).

Faça a parte clara das árvores e arbustos situados á volta do caminho com mistura de Amarelo azo claro (268), branco (105) e um pouco de Vermelho naftol claro (398) e Verde permanente escuro (619), juntando mais branco (105) para as partes mais claras nas árvores e arbustos situados no primeiro plano.

Deixe secar o quadro um par de dias até que a pintura não esteja mordente. Limpe os utensílios.

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Passo 4

Suavize agora, um pouco as cores das árvores do fundo e dar mais forma á folhagem. Para isso, use as mesmas cores que no passo 2, mas com algo mais de branco (105). Para as sombras mais escuras junte um pouco Preto marfim (701).

Misture Amarelo azo claro (268) e Preto marfim (701) para os tons escuros da folhagem dos arboredos pequenos da direita e alterne com frios acentos escuros á base de Azul cobalto ftalo (514) misturado com Preto marfim (701).

Misture Amarelo azo claro (268), branco (105) e um pouco de Vermelho naftol claro (398) para pintar as cores amarelas e junte um pouco de Verde permanente escuro (619) para o verde claro.

Componha um castanho escuro á base de amarelo (201), Vermelho naftol claro(398) e Preto marfim (701) para os troncos das árvores e alguma  outra rama.

Misture Azul cobalto ftalo (514) e um pouco de Preto marfim (701) com água para fazer uma cor transparente e pinte ligeiramente as sombras do caminho  e a erva.

step 4 - click for a larger image

 

Passo 5

Misture Amarelo azo claro (268) e branco (105) com um pouco de Verde permanente escuro (619) e outro de Vermelho naftol claro (398) para aclarar a relva.

Junte a esta cor alternativamente Verde permanente escuro (619) ou branco (105) para a vegetação das lindes do caminho.

Misture Amarelo azo claro (268) com Preto marfim (701), junte um pouco mais de água e pinte nítidamente com um píncel redondo as ervas do ángulo inferior direito.

Misture Azul cobalto ftalo (514) e Preto marfim (701) e pinte as silhuetas dos troncos pretos do fundo.

Componha um beije claro á base de Amarelo azo claro (268), muito branco (105)  um pouco de Vermelho naftol claro (398) e pinte a luz do caminho (não sobre as sombras) e os troncos das árvores. Junte um pouco de Vermelho naftol claro (398) e algo de água e pinte de forma transparente com o píncel redondo os tronquinhos claros do fundo do bosque.

Pinte com castanho escuro (ver passo 4) algumas das ramas que se vê entre a folhagem.

Por último, faça com branco (105) e um pouco de Azul cobalto ftalo (514), alguns espaços de luz no fundo (á esquerda) e na  folhagem. Faça mais viva a vegetação situada á volta do caminho com algo de Amarelo azo claro (268), Vermelho naftol claro (398) e branco (105). Se desejar, junte outros detalhes.

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ÓLEO VAN GOGH H2OIL

 

 
H2Oil é um óleo com umas propiedades muito especiais: a pintura mistura-se com água e o tempo de secagem é muito curto. Já nao há necessidade de usar Terebentina ou White spirit, o que faz do H2Oil uma pintura muito fácil de usar sendo, até, respeituosa com o meio ambiente. O resultado final é como aquele do óleo tradicional.
 
  • Óleo para diluir com água com as mesmas propiedades que o óleo tradicional
  • Nao precisa utilizar white spirit nem terebentina  
  • Rápido processo de secagem

 

Van Gogh H2Oil colour, tubo 20 ml  Van Gogh H2Oil colour, tubo 40 ml  Van Gogh H2Oil colour, tubo 150 ml

  Van Gogh H2Oil 20ml         Van Gogh H2Oil 40ml           Van Gogh H2Oil 150ml

 

 

Royal Talens

 


A escolha dos materiais e da técnica adequada está directamente ligada ao resultado final desejado para o trabalho. O suporte mais comum é a tela (normalmente uma superfície de madeira coberta por algum tipo de tecido). É possível também usar o papel (embora seja muito pouco adequado à maior parte das tintas). Quanto aos materiais, a escolha é mais demorada e, normalmente, envolve uma preferência pessoal e da tua disponibilidade financeira. O papel é o suporte comum para a aguarela e o guache, e eventualmente para a tinta acrílica. Os materiais mais comuns são: a tinta a óleo, a tinta acrílica, o guache e a aguarela. É também possível trabalhares com pastéis e carvão, embora estes materiais sejam mais apropriados para o desenho.
Cada artista desenvolve um estilo pessoal, como se se tratasse da sua própria assinatura. Isto só se consegue depois de muito trabalho e experiência, observando os métodos  e estilos de outros artistas para depois tentares pô-los em prática. O ideal é que visites museus, exposições e galerias de arte. Terás certamente muito que ver e aprender. Mas não te esqueças, na hora de criar, que na arte tudo é válido.

 

publicado por Livraria Orpheu às 22:41

O acrílico é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo-te combinar as técnicas da pintura a óleo e da aguarela. Se quiseres fazer tinta acrílica, podes misturar tinta guache com cola. É uma tinta que seca depressa, limpa-se facilmente e permite trabalhos com óptima qualidade. É a técnica ideal para fazeres quadros figurativos, tipo cartoon. Experimenta!

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Técnica de Pintura a Acrílico passo a passo
Material necessario:
Bastidor 40 x 50 cm
2 bastidores 20 x 50 cm
Paleta
Acrílico Amsterdam: Branco titánio, uma ou mais cores azuis, Magenta primário
Pinceis: de cerda ou de filamento (poliéster), modelo lingua de gato
Lápis de pastel
Borracha de carvão
Fixativo
Medio acrílico brillante ou mate
Verniz acrílico brillante ou mate.
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Passo 1
Para obter o esboço na tela, pode-se aumentar o desenho com uma fotocopiadora e passar na tela. Ao pintar com acrílico,  aconselha-se fazer o desenho com carvão ou lápis de pastel, já que o lápis de grafite fica visível através do acrílico.Os erros podem apagar-se com a borracha de carvão. Uma vez pronto o esboço, fixa-se com spray fixativo.
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Passo 2
Pintar as linhas com tinta azul, se quiser, pode diluir a tinta com água.
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Passo 3
Aplicar azul nas sombras dos jarrões na mesa. Neste ponto começa-se a clarificar a representacão dos jarrões.
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Passo 4
Aplicar mais cor nas zonas das sombras, especialmente nas profundidades. 
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Passo 5
Aplicar um azul aclarado com branco no lado direito dos jarrões. Pode-se variar as tonalidades de azul segundo o gosto de cada um.

Passo 6
Para a tonalidade mais escura das sombras, misturar um pouco de Magenta primário ao azul. Na parte direita, dar um toque de branco sobre o azul para conseguir um bom angulo de luz. Diluir un pouco de Magenta primário com Medio acrílico e aplicar em toques muito finos e transparentes no fundo e sobre a mesa.

Acabamento
Proteger a obra com verniz acrílico, a escolher brilhante ou mate. Tambem podem misturar entre si as duas variantes para conseguir o grau de brilho desejado. Se a pintura nao foi produzida em camadas muito espessas, já se pode envernizar passado 24 horas. 
 
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ACRÍLICO AMSTERDAM
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folheto
  • A gama consta de 70 cores com um grau de resistência á luz de alto a elevado
  • Uma película de pintura extremamente duradoira (o aglutinante consiste em 100% de resina de acrilato). Para um resultado imperecível.
  • Resistênte aos alcalis, e portanto, apropiado para murais.
  • Disponivel em tubos de 120 e 250 ml e em frascos de 500 e 1000 ml
  • A pintura dilui-se fácilmente com água. 
  • O tempo de secagem é curto: capas finas ficam secas em meia hora. 
  • Graças á sua formula, a pintura é quase inodora.
Amsterdam acrílico, tubo 120 ml  Amsterdam acrílico, frasco 500 ml   

Amsterdam acrílico, frasco 1000 ml

 


A escolha dos materiais e da técnica adequada está directamente ligada ao resultado final desejado para o trabalho. O suporte mais comum é a tela (normalmente uma superfície de madeira coberta por algum tipo de tecido). É possível também usar o papel (embora seja muito pouco adequado à maior parte das tintas). Quanto aos materiais, a escolha é mais demorada e, normalmente, envolve uma preferência pessoal e da tua disponibilidade financeira. O papel é o suporte comum para a aguarela e o guache, e eventualmente para a tinta acrílica. Os materiais mais comuns são: a tinta a óleo, a tinta acrílica, o guache e a aguarela. É também possível trabalhares com pastéis e carvão, embora estes materiais sejam mais apropriados para o desenho.
Cada artista desenvolve um estilo pessoal, como se se tratasse da sua própria assinatura. Isto só se consegue depois de muito trabalho e experiência, observando os métodos  e estilos de outros artistas para depois tentares pô-los em prática. O ideal é que visites museus, exposições e galerias de arte. Terás certamente muito que ver e aprender. Mas não te esqueças, na hora de criar, que na arte tudo é válido.

 

 

 

publicado por Livraria Orpheu às 14:41

10
Fev 11

 

 

 

Tinta Para Marmorizado

Tinta da Aquarela Brasil, indicada para a aplicação sobre todas as superfícies.

Produz um efeito marmorizado. Embalagens de 100ml (U.V. 3 Unid.)

 

Passe 2 demãos de base de artesanato e lixe levemente após a secagem.

Passe 1 demão de verniz vitral madre pérola incolor com movimentos circulares.

Passar 1 demão de tinta de marmorizado na cor desejada. Aplicar os tons da tinta que desejar.

Mergulhe um pincel redondo para aplicar o marmorizado incolor aplicando leves batidas se quiser

salpicar a peça.

Após acabar a peça termine com laca acrílica.

 

 

 

 

 

publicado por Livraria Orpheu às 17:10

12
Jan 11

 

Guimarães : Paços do Concelho CAPITALA

PROPOSTA DA ESCOLA SECUNDÁRIA
FRANCISCO DE HOLANDA

ESCOLA DE ARTES FRANCISCO DE HOLANDA

  

A Escola Secundária Francisco de Holanda propôs formalmente à comissão organizadora da CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA GUIMARÃES – 2012 a integração no seu projecto de actividade e acção da edificação de um novo pólo pedagógico e profissional da ESFH, que se chamaria

 ESCOLA DE ARTES FRANCISCO DE HOLANDA.

Este novo pólo educacional da ESFH constituir-se-ia como um pólo de ensino técnico-profissional no campo das artes, com identidade própria, ainda que pedagógica e administrativamente integrada na ESFH.

Em concreto, aquilo que se propõe é o arranque, logo que possível, de um certo número de cursos especializados em artes, de nível secundário (e ou básico, de 3º ciclo), susceptíveis de configurar uma identidade formativa e educacional própria, ainda que no âmbito organizacional e articulando-se com o conjunto da oferta formativa mais tradicional da Escola Francisco de Holanda.

Na proposta apresentada refere-se queos cursos em causa, respondendo àquilo que se julga sejam as necessidades formativas, começariam, em primeiro lugar, por ofertas nos campos das Artes Visuais (Produção Artística e Design da Comunicação), Artes Audiovisuais (Comunicação Audiovisual e Desenho de Arquitectura) e Dança e Música. O Teatro é outra das possibilidades que está em estudo.

Como é próprio dos cursos artísticos especializados de nível secundário, a conclusão destes cursos deverá habilitar os alunos com competências para o exercício de uma profissão no domínio respectivo e ou para aceder a formações de nível superior, caso seja esse o seu desejo.

Uma das componentes essenciais à concretização do objectivo da criação de uma autêntica Escola de Artes terá que passar pela sua autonomização física relativamente ao edifício sede da Escola Francisco de Holanda, ainda que, e na medida do possível, num contexto de máxima proximidade.

Pensa-se mesmo, que a autonomização física de uma Escola de Artes é essencial para que o objectivo pedagógico de criação de uma identidade formativa seja completamente alcançado logo desde o primeiro dia, ainda antes da sua concretização. Preferencialmente, dever-se-á construir um novo edifício com as condições técnicas e pedagógicas maximamente actualizadas em função dos objectivos em questão. Ainda assim, reunidas condições técnicas e de espaço, também seria possível a sua instalação num edifício já existente, desde que na área do centro histórico ou daquilo que é a sua zona tampão, o mais próximo possível da Escola sede.  

Ainda que tendo plenamente em conta a necessidade de subsequentes pormenorizações técnicas e conceptuais do projecto que agora se visa desencadear, previstas as decisões políticas e materiais adequadas até ao final do ano de 2007, é de prever que a Escola das Artes possa arrancar no ano lectivo 2009/2010.

 

Alunas da Martins Sarmento promovem exposição

 

'Guimarães e a CEC são mote para fotos de ontem e de hoje'

 

 

Um grupo de alunas da Escola Secundária Martins Sarmento, que integram a turma do 12º ano - SH1, vai , na próxima quarta-feira, dia 12, abrir as portas da sala de reuniões daquele estabelecimento de ensino, à exibição de uma exposição de fotografia que terá como tema “Guimarães no passado, no presente e no futuro”.
A referida exposição, que tem entrada gratuita e estará patente das 9 horas às 18 horas, integra-se no contexto do trabalho que tem vindo a ser realizado por estas alunas, no âmbito da disciplina de Área de Projecto, cujo tema é “Guimarães - Capital Europeia da Cultura em 2012” (CEC).
Segundo as alunas que a organizaram, esta mostra aliará à retrospectiva fotográfica do que foi e é a cidade que será CEC em 2012, a descrição de “algumas curiosidades sobre Guimarães”.
Para além desta iniciativa, o projecto desenvolvido no âmbito do tema da CEC 2012, conta ainda com a constituição de um blogue que já está em funcionamento na Internet, sendo o seu endereço:
http://guimaraescec2012.blogspot.com.
Para que a concretização deste projecto fosse possível, as alunas da ESMS contaram com o apoio dos patrocinadores “Casa Luís”, “Inoxfafe”; “Remax”;
“Orpheu”; “Museu do Presunto”; “Farmácia Paula Martins”; “Pastelaria Clarinha”; “Casa Faria”; “Traje”; “Cervejaria Martins”; “Gil Doce”;
“Café Vitória; “Malinda”, “Perfil”; “Café – snack-Bar Carioca” e, ainda, com a colaboração da “Foto Machado” e do “Notícias de Guimarães”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Livraria Orpheu às 01:07

01
Dez 10

 

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Um Milagre do Bairrismo Vimaranense

 

Há precisamente 62 anos, na madrugada de 28 de Julho de 1947 ardeu completamente a Praça de Touros, onde deveriam realizar-se as Corridas das "Gualterianas". Horas depois do grande incêndio, os vimarenenses impulsionados por extraordinário amor-bairrista decidiram reconstruir a Praça, e o feito concretizou-se com espanto de toda a gente. Tal acontecimento causou brado em todo o país e mesmo além fronteiras...

 

A edição nº809 saída a 3 de Agosto seguinte, relatava deste modo:

«ARDEU A PRAÇA DE TOUROS E, EM 5 DIAS, FICOU RECONSTRUIDA»

Notas dispersas de um grande acontecimento.-« Na madrugada de segunda-feira, irrompeu, com fúria, por causas que ainda se ignoram, um violento incêndio, que ao cabo de uma hora tinha lambido quase completamente a nossa Praça de Touros, mandada construir, este ano, de novo e cuja inauguração tinha sido marcada para hoje.

De nada valeram os esforços dos nossos intérpidos bombeiros que tiveram a coadjová-los os das Caldas das Taipas, nem os populares que ocorreram em grande número ao local do sinistro.

Da nova e elegante praça ficaram apenas os alicerces em pedra, a trincheira e...um montão de cinzas.

A cidade inteira assistiu, emocionada, ao derruir do grande edifício.

Surgiu o desânimo. A cidade, dolorosamente ferida, via que o desastre daquela madrugada vinha ofuscar grandemente o programa das FESTAS DA CIDADE e daí o grande pesar de toda a gente que andava de olhar baixo, meditando.

Começou, porém, de momento, a necessária reacção. A Praça poderia levantar-se de novo, diziam. Desde que se conseguisse materiais e pessoal tudo ainda seria possível, nao obstante estarmos a uma distância apenas de cinco dias.

Foi isto passando de boca em boca até que, levados todos pelo seu grande desejo de contribuírem para a realização desse sonho, se reuniram no Grémio do comércio, às 16 horas, conjuntamente com a Comissão Executiva das Festas, muitos mestres de obras da cidade e conselho e outras pessoas a quem foi posto claramente o problema:

«Será possível dentro destes 5 dias construir-se uma nova Praça?

Ao que responderam em coro :« Desde que as madeiras apareçam sem demora e o pessoal se consiga em grande número, tudo se consegue» Tanto bastou para que tudo se organizasse imediatamente.

Partiram pessoas em todas as direcções: uns a tratar do assunto das madeiras, outros a recrutar o pessoal.

Entretanto, no lugar onde existiu a Praça, compareciam centenas de rapazinhos vindos de todas as ruas que, num gesto digno de registo procediam à limpeza do recinto, onde já se estava a montar o serviço de iluminação eléctrica para o início dos trabalhos.

Enquanto que no Grémio do Comércio numerosas individualidades, á frente das quais os senhores Comendador Alberto Pimenta Machado, António José Pereira Rodrigues, José Rodrigues Guimarães, Eduardo Torcato Ribeiro e outros, estudavam em todos os seus promenores o assunto da construção da nova Praça, agregando elementos indispensáveis, dando instruções e prevendo hipóteses, cá fora, pelas ruas, comentava-se com ar alegre, teciam-se louvores, faziam-se promessas, rejubilava-se, enfim, de tanto entusiasmo.

A «Cabine de Som», instalada na Praça do Toural, levantava ao mesmo tempo o seu apelo, espontâneo e caloroso, em prol do engrandecimento da Cidade, para que todos os vimarenenses, bem unidos, como um só, prestassem a sua colaboração indispensável, no momento, para a construção da Praça de Touros.

Já por essa hora repicavam os sinos festivamente, os mesmos sinos que na madrugada haviam aflitivamente chamado os socorros, e automóveis que tinham também na noite anterior, despertando a cidade com o silvar de suas sirenes, atravessavam agora as ruas, silvando em tom mais alegre.

À noite redobraram de calor as manifestações. Milhares e milhares de pessoas cantando o Hino da Cidade á mistura com acordes musicais de duas filarmónicas - as dos B. V. de Guimarães e das Oficinas de S. José - saíram para a rua. Fizeram-se saudações através de poderosos alto falantes, deram-se vivas, afirmou-se bem alto que o querer é poder e que os vimarenenses tudo podem quando querem.

In Notícias de Guimarães

                                    

Editado pela Livraria Orpheu

Reconstrução em 5 dias da Praça de Touros em Guimarães, por

ocasião das Festas Gualterianas - Ano de 1947

Acontecido á 60 Anos

Com fotografias de alto brilho a par e passo do acontecimento

Dimensão: Altura 32,5 cm, Largura 42 cm, Expressura 4,5 cm

Apresentado numa caixa protectora c/ 1 Reprodução de uma Pintura

a óleo do consagrado pintor Ántonio Joaquim

 No Interior entre outras gravuras tem 2 reproduções de aguarelas

do pintor Jorge Maltieira

 

 Peso: 5 Kg

 Preço: 125 EUR

 Edição Especial, Numerada, capa de carneira e folhas Douradas

 Preço: 250 EUR

 

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  • Colecção de 16 postais

Edição livraria Orpheu

- apresentados numa carteira com uma resanha dos motivos

- ilustrados com desenhos a preto do pintor Salgado Guimarães dos motivos históricos da cidade de Guimarães.

 Custo: 10 EUR 

  •  Colecção de 12 postais

Edição da Livraria Orpheu

- com motivos do Centro Histórico de Guimarães 

- Património da Humanidade.

Reproduções de pinturas a óleo e a cores do pintor J. Macedo Silva.

 Custo: 7,5 EUR

 

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publicado por Livraria Orpheu às 11:20

08
Mai 10

 

 A Editora Opera Omnia

assinalará os 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques com o lançamento de um romance juvenil com texto e ilustrações da autoria de Pedro Seromenho. É com todo o gosto que avançamos a capa do livro, que será apresentado a 22 de Abril.

 

 

 Estará á venda a partir do dia 22 de Abril na Livraria Orpheu.

 "900 – A História de Um Rei – D. Afonso Henriques – 1109-2009"

é uma edição comemorativa dos 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques, livro dirigido aos alunos do 5º ao 9º anos de escolaridade. Lê-se como se se tratasse de um livro de aventuras, embora respeitando o rigor histórico e focando os aspectos biográficos mais significativos da biografia do primeiro rei e da formação da nacionalidade.
Preço do livro: 12,50€ (IVA já incluído).
 

 

publicado por Livraria Orpheu às 22:17
tags:

17
Dez 08

Aqui ficam as fotos, depois de uma noite de glamour...

 

 

 

 

 

 

 

 

Obrigado, Assumpção Lima.

publicado por Livraria Orpheu às 21:50

26
Out 08

Orpheu Galeria Arte inaugurou mostra colectiva e revelou talentos

 

'Nota máxima do público aos esforçados pintores -alunos'

 

 

A Galeria “Arte Orpheu”, sita à Rua de Sto. António, proporcionou, na quinta-feira passada, dia 10, uma noite inesquecível aos artistas que frequentaram as aulas de pintura leccionadas pela pintora Rosa Amaral, no Atelier de Pintura e Manualidades da “Livraria Orpheu”, assim como a todo o público que, constituído por familiares, amigos e convidados, encheu o espaço, durante a inauguração da exposição colectiva, que terminou já depois da meia-noite.

 

 A alegria, um sentimento de grande realização pessoal e mesmo uma grande emoção foi partilhada, tanto pelos pintores, como pela professora Rosa Amaral que, quase sem palavras, ainda conseguiu dizer que estava “muito contente, apesar de estar um pouco cansada, pois foi um ano de intenso de trabalho, um ano que, neste caso - pois foram um par de aulas semanais - representa muito pouco tempo para conseguirmos os resultados maravilhosos que estão aqui.”, frisou.

 

 João Luís Pereira Guedes, proprietário da galeria, do atelier e da livraria “Orpheu” também não estava menos “comovido por ver concretizado um objectivo”. De resto, já aquando da reinauguração da galeria, a 7 de Dezembro do ano passado, tinha expressado ao NG a intenção de fazer com que o espaço não só promovesse o património cultural da cidade, o que levava a dizer, então: “como temos um espólio tão grande, um dia faremos uma homenagem a pintores de Guimarães como Chico Maia, Caçoila, António Soares e outras pessoas que estiveram ligadas a Guimarães”, como assegurava: “Este espaço servirá não só para artistas com obra feita, mas também para dar estímulo aos pintores que estão a aprender na escola, de modo a que possam ter uma oportunidade para expor.”.

 

 

 

 'Exposição patente até ao próximo dia 31'.

O objectivo foi, assim, prometido e cumprido, o que fez com que Arlinda Guedes Pimenta, muito elogiada especialmente pela sua representação de um “Cristo”;

João Daniel, um aluno surdo-mudo capaz de expressar todo um mundo interior e uma visão muito própria do que o rodeia, por exemplo, em “Paisagem Urbana;

Mariana que, com apenas 12 anos, é considerada “a mascote” e a “criativa” do grupo;

Elaine Soares que cativou todo o público com o seu “Nu”;

Aldina Oliveira que encantou com “Arranjos Florais” e todos os outros artistas -

Manuela Cunha Abreu,

Isabel Marreiros,

Maria Umbelina,

Ekaterina Oliveira

e Esperança,

com obras igualmente cativantes, fossem capazes de surpreender até os familiares mais chegados pela qualidade dos seus quadros.

Apresentando todo o tipo de técnicas, desde óleos sobre tela, acrílicos sobre tela, técnicas mistas e colagens, entre outras; uma grande variação de inspirações temáticas e de escolhas de paletas de cor, as obras dos alunos do Atelier de Artes e Manualidades da “Orpheu”, mereceram as críticas mais positivas e a nota máxima por parte de todo o público presente. Público que poderá apreciar esta mostra até ao final do corrente mês.

Quanto aos objectivos da gerente do espaço, Assunção de Lima (a pintora vimaranense que, aliás, também está a expor, individual e simultaneamente, no Centro de Turismo da Região Norte, em Esposende, a exposição “ Não magoem a Natureza”) - também eles foi atingidos.

Tanto o “despoletar nas pessoas o gosto pela arte e cultura, em particular a de autores vimaranenses”, como o de “dinamizar este espaço, que estava morto, nesta que é uma das principais ruas da cidade.”

 

publicado por Livraria Orpheu às 14:54
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20
Jun 08

  

Assunção de Lima inaugura, hoje, exposição no Porto

 

'Olhar a alma de “Grandes Personagens… Mitos”'

 

 

“Grandes Personagens … Mitos” é o título da mais recente exposição de Assunção de Lima, a pintora vimaranense autodidacta que, desta feita, expõe no Clube Literário do Porto.
A ser inaugurada, hoje, sexta-feira, pelas 22 horas, e patente até ao final do mês, esta exposição remete-nos à linha original de Assunção de Lima, assente no retrato, mas onde se observa uma evolução enorme quer nas técnicas, quer na profundidade da representação de ícones como Amália Rodrigues, Sophia de Mello Bryner, Maria de Medeiros e Mahatma Ghandi, entre outros, que parecem seguir-nos com o olhar e penetrar nas nossas almas.
Isso mesmo foi a intenção da pintora que “quis fazer uma viagem audaciosa ao encontro de estrelas que não tivessem o seu brilho só à noite, mas que brilhassem essencialmente de dia e deixassem, apesar do brilho intenso do Sol, o rasto visível do seu percurso, no decorrer das suas vidas, exemplos e testemunhos para toda a Humanidade.”
E ao querer “conhecer-lhes a alma, perscrutar olhares, estudar-lhes feições, onde se revela em cada olhar um dizer, um reflexo da alma e em que cada traço é vestígio de personalidade, marca de determinação e uma conquista”, Assunção de Lima aceitou também ela, com determinação, o desafio de “seguir o exemplo de qualquer uma das suas personagens: sonhos, ideais, coragem, perseverança, esforços e... ousou usar o seu dom.”
Assim, quando a pintora decidiu eternizar nas suas telas estes ícones, personagens e mitos... e “dar-lhes vida ao olhar, captar-lhes as mensagens, dar-lhes cor à Alma.” Conseguiu o objectivo: “Os olhares e traços tornaram-se, definitivamente, metas alcançadas...”
Maria da Assunção Morais de Lima, nasceu em Guimarães onde, frequenta, actualmente, aulas de pintura de Rosa Amaral, nas Galerias Orpheu Começou a expor em 2002, em Maio, no Posto de Turismo e, em Junho, na Escola Francisco de Holanda. Em Maio de 2007, esteve em Du Camp, Biére, na Suíça e, em Setembro do mesmo ano, na Galeria Lucília Guimarães, onde revelou uma nova inspiração assente na natureza e lançou, em simultâneo, o seu livro “Os Sonhos vencem os Medos”. Participou em várias colectivas: Em Setembro de 2002, na Associação dos Artistas dos Pirinéus (França); em Abril de 2005 na Galeria G13 (Guimarães), em Outubro de 2006 na Galeria Nina (Vizela) e em Dezembro de 2007, na Orpheu Arte Galeria.

 


 

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Com gerência entregue a Assunção de Lima

Orpheu Galeria Arte reabriu para promover autores locais

De cara lavada, a antiga galeria “Orpheu Arte”, sita à Rua de Santo António, foi reaberta, na última sexta-feira à noite, com uma exposição colectiva que reuniu obras de Orlando Pompeu, Rosa Amaral, Viriato da Silveira e de Assumpção de Lima, sendo que esta última artista vimaranense, aceitou “o desafio” de gerir este espaço com o grande objectivo “promover a arte e a cultura, em particular a de autores vimaranenses”.
Com efeito, na noite da abertura desta colectiva que reuniu artistas que já cimentaram o seu percurso no campo das artes, o NG teve a oportunidade de falar com João Luís Pereira Guedes, proprietário da galeria e da Livraria Orpheu, sita na Rua de Gil Vicente, e ficamos a saber que este espaço se vai dedicar sobretudo a promover o que é património cultural da cidade, assim como vai dar oportunidade a novos talentos vimaranenses.
“Tendo a Orpheu um espólio bastante grande iremos qualquer dia fazer aqui uma homenagem a pintores de Guimarães que estão um pouco esquecidos, como Chico Maia, Caçoila, António Soares e outras pessoas que estiveram ligadas a Guimarães e que fizeram muitas exposições na cidade como por exemplo Luís Alberto e Mário Ribeiro”- explicou o proprietário, acrescentando que “este espaço servirá não só para artistas com obra feita, como para dar estímulo aos pintores que estão a aprender na escola da Orpheu, para terem possibilidades de expor, como estímulo” – referiu.
Das palavras de João Luís Pereira Guedes concluímos que haverá uma ligação íntima entre a Galeria e o Atelier de Pintura e Manualidades da Orpheu - a escola que funciona na Rua de Gil Vicente, desde Abril, e que foi recentemente ampliado.
Para além da pintura e da escultura e outras formas de artes plásticas, segundo Assunção de Lima, “o espaço vai ser complementado com um extenso e importante acervo de livros de arte e de escritores de Guimarães que a Orpheu detém em seu poder e vamos animar algumas noites com poesia, música, literatura”, salientou.
Assunção de Lima diz ainda que aceitou este convite com a intenção de “de dinamizar este espaço que estava morto numa das principais ruas da cidade”, sendo o seu desiderato “ despoletar nas pessoas o gosto pela arte”, uma intenção que não tenciona defraudar até porque além do percurso como pintora Assunção de Lima ficou com a experiência de gestão da galeria G13, aliás, em parceria com a pintora Rosa Amaral “em que tive toda uma formação que adquiri ao longo deste tempo e da qual gosto muito”, concluiu.
Por:Sara Machado Oliveira

 


 

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publicado por Livraria Orpheu às 09:00
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06
Mar 08

Vendido por mais de 740 mil euros
Quadro de Paula Rego bate novo recorde
Tela da artista portuguesa, pintada a pastel e datada de 1994, foi vendida num leilão em Londres.
 
Quadro de Paula Rego bate novo recorde "Baying" representa uma mulher ajoelhada no chão, com os olhos fechados e uivando

"Baying" representa uma mulher ajoelhada no chão, com os olhos fechados e uivando

Um quadro da artista portuguesa Paula Rego foi hoje vendido em leilão em Londres por mais de 740 mil euros, representando um novo recorde, disse à agência Lusa fonte da leiloeira Sotheby's.
"O quadro foi vendido por 740.599 euros (558.800 libras), o que é um novo recorde mundial para a artista", afirmou um porta-voz da Sotheby's.
O quadro vendido hoje na capital britânica foi "Baying" (Uivando, em português), uma tela pintada a pastel datada de 1994 e avaliada inicialmente entre entre 350 mil e 500 mil libras (464 mil e 663 mil euros).
Em declarações à agência Lusa, Francis Outred, director e responsável pelas vendas provadas no departamento de Arte Contemporânea da Sotheby's, já havia previsto que hoje fosse alcançado um novo recorde para a venda de um trabalho de Paula Rego.
"É uma obra muito central e importante e provavelmente o maior ícone da série Mulher-Cão", sustentou.
A tela representa uma mulher ajoelhada no chão, com os olhos fechados e uivando, imagem que foi usada na capa de livros dedicados à obra de Paula Rego e na publicidade a exposições.
Segundo Outred, esta foi a primeira tela pintada a pastel de Rego que apareceu em leilão, enquanto os restantes quadros eram pastéis sobre cartão, o que justifica o "grande interesse" que recebeu de potenciais compradores.
Actualmente, os maiores admiradores do trabalho da artista portuguesa radicada em Londres são "predominantemente britânicos e portugueses, mas os americanos e europeus estão a começar a habituar-se à sua obra".
Para este especialista em Arte Contemporânea, "os preços crescentes só vão encorajar a que um maior número de obras apareçam a leilão", o que aumenta o interesse na obra de Paula Rego.
O anterior recorde de venda em leilão de um trabalho de Paula Rego foi registado há apenas três semanas, quando "The Lesson" (A Lição) foi vendida pela rival Christie's em Londres, por 446,1 mil libras esterlinas (596,881 euros no cambio daquele dia).
"The Lesson" superou por sua vez o anterior montante recorde, alcançado em Junho de 2006, pela obra "Moth" (Traça), então leiloada por 378,4 mil libras (cerca de 560 mil euros no câmbio da altura, 502 mil euros no câmbio actual).
Nascida em 1935 em Lisboa, Paula Rego estudou em Londres, na Slade School of Art, entre 1952 e 1956.
Embora tenha regressado e residido em Portugal durante alguns anos, Paula Rego instalou-se definitivamente na capital britânica no início dos anos 1960 com o marido, o também pintor Victor Willing (entretanto falecido), de quem teve duas filhas e um filho.
A primeira exposição a solo foi na AIR Gallery, em 1981, a que se seguiram várias, entre as quais uma retrospectiva na Serpentine Gallery, em 1988, e outra na Tate Liverpool, em 1997, no mesmo ano em que o Centro Cultural de Belém organizou uma exposição da sua obra.
A mais recente e, segundo a imprensa, a mais abrangente, realizou-se no Museu nacional Centro de Arte Rainha Sofia, em Madrid, no ano passado.
Francis Outred estima que a qualidade de Paula Rego é agora cada vez mais apreciada pelo público e coleccionadores e os seus quadros vão custar mais dinheiro no futuro.
"Cada venda pode representar um novo recorde", prognostica.

 


 

 

 

                                                                Paula Rego "A Dança"

 


 

 

Luta com um anjo (1992)

 

                                   Vieira da Silva "Luta com um anjo"

 


 

 

Obras de Paula Rego e Vieira da Silva estão entre as 148 a leiloar pela Sala Branca, a 28 de Fevereiro, no Centro Cultural de Belém, que acolhe pela primeira vez um leilão de arte moderna e contemporânea.

Pedro Mesquita da Cunha, da gerência da Sala Branca, leiloeira criada em Setembro de 2007, disse à Agência Lusa que este primeiro leilão reúne sobretudo obras de artistas portugueses, provenientes de coleccionadores privados portugueses.

A estreia da leiloeira ocorre no Centro Cultural de Belém (CCB), onde já se realizaram leilões de livros e fotografias, sendo esta a primeira vez que ali se licita arte moderna e contemporânea, com obras de pintura a óleo, aguarelas, técnicas mistas, escultura em bronze, porcelana e fotografia.

"The Egyptian Cats" (1982), de Paula Rego, um acrílico sobre papel colado em tela é um dos quadros com a base de licitação mais elevada, entre os 250 mil e os 350 mil euros.

Também será leiloado um acrílico sobre tela de Menez, intitulado "As Nuvens", com uma base de licitação entre os 120 mil e os 180 mil euros, e um quadro a óleo sobre tela de Vieira da Silva, de 1980, com uma base de licitação entre os 100 mil e os 150 mil euros.

Júlio Pomar, Noronha da Costa, Almada Negreiros, Leonel Moura, António Sena, José de Guimarães, Fernando Calhau, Daniel Blaufuks, Pedro Cabrita Reis, Manuel Cargaleiro, João Penalva, Nadir Afonso, Ângelo de Sousa, Mário Cesariny, Nikias Skapinakis, Michael Biberstein, René Bertholo, são alguns dos artistas representados neste leilão, que decorrerá a partir das 21:30 na Sala Luís de Freitas Branco do CCB.

Nos dias 23, 24, e 25 de Fevereiro, as obras estarão em exposição no foyer e Sala Eugénio de Andrade do CCB, entre as 10:00 e as 23:00.

Pedro Mesquita da Cunha comentou à Lusa que a arte moderna e contemporânea "está a despertar um interesse crescente em Portugal", porque "os investidores perceberam que pode ser um activo diferente dos tradicionais".

"Nestes anos de crise, em que a economia não está estável, as pessoas apercebem-se de que a arte pode ser um investimento que não se desvaloriza, pelo contrário", comentou, acrescentando que o fenómeno também está relacionado com uma mudança de gosto do clássico para o moderno e contemporâneo.

O responsável indicou ainda que a Leiloeira Sala Branca pretende leiloar obras de arte moderna e contemporânea que surgem raramente em leilões em Portugal, tais como o vídeo.

Para divulgar o catálogo do leilão internacionalmente, a Sala Branca colocou-o no site da bolsa de arte www.arteprice.com.

 

Lusa/Fim

publicado por Livraria Orpheu às 23:50

21
Fev 08
Exposição de Pintura e Escultura, está patente na Galeria Orpheu a partir de Janeiro, com os seguintes Artistas Plásticos:

 


 

 


 

Orlando Pompeu

 


 

  Rosa do Amaral

 


 

Viriato da Silveira

 


 

  Assunção Lima

 


 

publicado por Livraria Orpheu às 00:51

05
Jan 08
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Segurança nas Escolas
Escola Segura − Balanço da actividade desenvolvida no ano lectivo de 2006/2007
4 de Dez de 2007
Os ministérios da Educação (ME) e da Administração Interna desenvolveram uma série de medidas, no ano lectivo de 2006/2007, com o objectivo de garantir a existência de condições de segurança nas escolas.
Para prevenir e combater a insegurança e a violência na escola e no meio envolvente, procedeu-se à consolidação do Programa Escola Segura, uma iniciativa conjunta dos ministérios da Administração Interna e da Educação.
 
Este programa de âmbito nacional, que abrange todos os estabelecimentos de ensino, visa garantir a segurança, prevenindo e reduzindo a violência no meio escolar e envolvente, ao mesmo tempo que se constitui como dinamizador de iniciativas promotoras dos valores de cidadania e de civismo.
 
Para coordenar, realizar e avaliar as iniciativas relativas à segurança nas escolas, foi criada uma Equipa de Missão para a Segurança Escolar, na dependência do Ministério da Educação, que tem como missão a concepção, o desenvolvimento e a concretização de um sistema de segurança nas escolas.
 
Esta equipa avalia as ocorrências registadas pelas escolas, em permanente articulação com o Observatório de Segurança em Meio Escolar, cabendo-lhe a responsabilidade de elaborar um plano de acção nacional para combater situações de insegurança e de violência escolar.
 
O Observatório de Segurança em Meio Escolar, criado com o objectivo de proceder à recolha e tratamento da informação relativa às situações de indisciplina e de violência na escola, também é responsável pela realização de estudos relativos à segurança em meio escolar, bem como pela difusão de boas práticas desenvolvidas pelas escolas no controlo e na prevenção de situações de violência.
 
A concepção de instrumentos e de procedimentos que contribuam para a resolução dos problemas identificados pelas escolas incluídas no Programa dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) na área da segurança escolar é outra das prioridades identificadas, com o objectivo de dar resposta aos alunos que se encontram em risco de exclusão social e escolar.
 
A criação da figura do responsável de segurança nas escolas sede de agrupamento é igualmente relevante para promover a segurança nas escolas. Este professor, com formação específica, assegura a gestão do sistema de segurança de cada estabelecimento de ensino, em articulação com o Programa Escola Segura.
 
A este responsável de segurança cabe o papel de dar conta das situações à Equipa de Missão para a Segurança Escolar, através de um formulário electrónico, uma nova forma de registo e de comunicação de ocorrências.
 
Entre as outras medidas desenvolvidas incluem-se a harmonização do registo de ocorrências entre as forças de segurança e o ME; a identificação e acompanhamento das escolas mais problemáticas; uma maior coordenação quanto às questões de segurança pelo grupo coordenador do Programa Escola Segura; e, ainda, mais formação para as entidades envolvidas na segurança nas escolas.

Aos nossos subscritores da Newsletter, agradeciamos que nos informassem se tal informação tem chegado ás vossas caixas de correio electrónico, desde já o nosso obrigado.
publicado por Livraria Orpheu às 20:04

23
Ago 07
Pincéis e cuidados a ter...

Os pincéis são a ferramenta mais preciosa de um pintor. Há pincéis para cada tipo de material. Mas são dois os formatos básicos:
Redondos - Os pêlos são longos, arranjados de forma compacta. Este tipo de pincel permite reter mais tinta que outros pincéis do mesmo tamanho, mas formato diferente. Por isso é o preferido por muitos artistas para colorir grandes áreas.
Chatos – Espalham melhor a tinta.

Os pêlos podem ser naturais ou sintéticos. Os pêlos naturais são preferidos para pinturas a óleo e vernizes, enquanto que os sintéticos são melhores para tintas à base de água, pois as cerdas não se expandem quando humedecidas.
Para manteres este tipo de material em boas condições deves reter alguns cuidados básicos. Os pincéis devem ser limpos imediatamente após seu uso. Isto aplica-se principalmente no caso de tinta a óleo e tinta acrílica, porque a remoção dos resíduos de tinta seca pode danificar os pincéis. Nunca deixes os pincéis com as cerdas mergulhadas para baixo em recipientes com água, terebintina, ou qualquer outro solvente. Caso desejes limpá-los, utiliza as mãos ou um pano humedecido no solvente adequado. Caso contrário, os pêlos poderão deformar-se. Guarda-os separados, na vertical, com as cerdas para cima.
publicado por Livraria Orpheu às 22:39

02
Jun 07

 

Prato com Verniz Vitral
Materiais e utensílios necessários à execução:

Prato de vidro;

Tinta vitral; Verniz cerâmico em spray; Tinta Acrílica "Americana"; Solvente; Pincel; Película aderente de cozinha; Álcool.

 

                                   

                                       

Ampliar

 

 

 

 Ampliar    Ampliar   Ampliar

 Limpa-se o prato com          Colaca-se um pouco de        Aplicar tinta vitral na  álcool.                              Tinta vitral num recipiente           parte tráz do prato,                                                                                     com a película aderente

 

    Ampliar   Ampliar

Fazer do mesmo modo com outra cor de tinta vitral.

 

Ampliar  Ampliar  Ampliar

Pode aplicar uma terceira ou quarta cor, de forma igual ás duas primeiras.

 

Ampliar  Ampliar  Ampliar

Com a tinta vitral ainda fresca, deixar cair umas gotas de solvente, sobre a pintura. Assim a tinta vai misturar com o solvente criando vários efeitos.

 

      Ampliar                                  Ampliar

Após a secagem pinte com uma                           Aplicar veniz Gloss em spray

esponja ou pincel a parte de traz,                       ou com pincel.

  com tinta metalizada prata.

Deixar secar bem, se necessario

repita o mesmo processo.

Ampliar  Ampliar  Ampliar

               Outros exemplos de pratos com a mesma técnica.

 

 

 

    Tecnica de Craquelado em Vidro


                     

Materiais e utensílios necessários à execução:

Tesoura;Prato de vidro;Pincel;Guardanapo;Verniz Spray Americana;Tinta acrílica Americana;Craqueledor de um passo;Medium para vidro

Ampliar

 

Ampliar  Ampliar  Ampliar

Recortar o motivo e separar    Aplicar craqueladror de       Aplicar a tinta mais clara
o impresso. Limpar o prato      tintas, por todo o prato,        sobre a superficie do
de vidro com álcool. colar      com um pincel bem macio.         prato. Deixar secar
com medium para vidro, e        Deixar secar umas duas                 bem.
deixar secar bem. Depois de           horas.
seco aplicar novamente o  
medium para vidro.
Ampliar               Ampliar
Aplicar a segunda cor de                  Depois de bem seco,
tinta acrilica e deixe secar               aplique o verniz spray gloss.
bem. Se necessario faça
uma segunda aplicação
da mesma cor de tinta.
publicado por Livraria Orpheu às 15:59

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