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13
Abr 11

 

 

A aguarela caracteriza-se pela transparência das cores. As tintas existem à venda em estado sólido (pastilhas), pastoso (tubos) e líquido (frascos). Em qualquer dos casos usa-se a água como solvente até se obter o tom pretendido.  

Para fazeres uma aguarela tens de usar um papel próprio. Usam-se papéis encorpados, texturados e/ou granulados que existem à venda numa grande variedade. Precisas de um suporte que pode ser uma prancheta de desenho ou uma outra superfície lisa. Vais ainda necessitar de fita gomada de papel, uma  tesoura, água e uma esponja e as aguarelas, claro!
Corta o papel de modo a ficar mais pequeno que o suporte. Usa a fita gomada para fixares o papel bem esticado ao suporte. Certifica-te que o papel está o mais esticado possível, mas não é preciso que faça pressão. De seguida, vertes a água em cima do papel com a ajuda da esponja. Espalha bem a água sobre ele. Deverá ficar húmido, mas não encharcado. Se o papel for fino, será necessário molhar apenas um dos lados, se for grosso deves humedecer ambos. Deixa-o secar para que fique liso e pronto para iniciares o teu projecto artístico. A técnica do aguarela pode ser feita em papel seco ou húmido. Trabalhando com o papel húmido as cores espalham-se pela superfície e misturam-se. Enquanto que se trabalhares em papel seco, vais sobrepondo camadas de tinta, deixando secar cada camada. Assim vais obtendo tons mais escuros. Começa sempre pelas cores claras, acrescentando depois as escuras, pois, se te enganares, será impossível corrigires a pintura. Lembra-te que o branco na aguarela é o branco do papel, e por isso deves preservá-lo.

 
Técnica de Pintura a Aguarela passo a passo
 
Material necessario

Seis cores de aguarela Van Gogh: Amarelo azo claro (268), Vermelho permanente claro (338), Laca granza escura (331), Terra sombra tostada (409), Azul ultramar escuro (506) e Verde Hooker escuro (645).

Pínceis redondos, por exemplo, os de aguarela Van Gogh de poliéster.

Papel de aguarela, por exemplo, Bloco de aguarela Van Gogh 18 x 24 cm ou 24 x 32 cm.

Recipiente com água, pano de algodão ou de celulose, lápis (HB ou B), régua, borracha uma paleta de aguarela ou varios pratos pequenos brancos para realizar as misturas.

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Passo 1

Com um lápis HB trace os 20 quadrados (macados com linhas azuis) do modelo muito levemente no papel. Com tamanho do papel 18 x 24 cm, por exemplo, você faz quadrados de 4 x 4 cm, com um tamanho do papel de 24 x 32 cm que você extrai os quadrados de 5.5 x 5.5 cm, deixando bastante espaço em volta das bordas para pôr a pintura em um passe-partout. Copie agora o molde no papel com lápis. Para maior clareza, o desenho do molde que você vê foi aplicado aqui demasiado pesadamente. Extrair tão levemente quanto possível, como as linhas escuras podem ser um distracção permanente.
Uma vez que o esboço está completo, apagar a grelha.

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Passo 2
Misturar o Ultramarine deep (506) com um pouco muito do Burnt umber (409) e abundância de água para fazer violeta azul e pintar as sombras das casas e a ponte, a vegetação e a reflexo e o movimento da água. Deixar secar completamente.
Colocar a almofada na diagonal, com o aproximado lateral superior. 5 cm mais elevado.
Preparar 3 tubs/pratos da pintura: um com o Ultramarine deep (506), um com uma luz fraca - yellow (268) (= pintura muito pequena, abundância de água) e uma com violeta (Ultramarine deep (506) misturado com Madder lake deep (331))
Molhar a seção do céu com água limpa e reservá-la para embeber dentro por um momento. Aplicar o azul do Ultramarine nos lugares. A cor espalhará para fora no papel molhado, criando transições delicadas e as formas das nuvens.
Adicionar alguma da luz - yellow ao branco das nuvens e acima do horizonte.
Pintar as montanhas com a violeta quando a parte mais inferior do céu estiver ainda molhada. As cores funcionarão ligeiramente, borrando os esboços e fazendo as montanhas parecer um ausente mais adicional. Adicionar mais água para a violeta mais brilhante.
A almofada pode agora ser colocada flat outra vez. Permitir que tudo seque completamente.
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Passo 3
Misturar o burnt umber (409), pouco Azo yellow light(268) e algum Permanent red light (370) com a abundância de água para fazer uma luz ochre-cromo/cor beige. Pintar as paredes das casas e da ponte (também em parte sobre a cor azul da sombra) e o reflexo da água.
Adicionar mais Permanent red light (370) e pintar a igreja, as escadas na esquerda, e o reflexo na água.
Misturar o Hookers green deep (645) com pouco burnt umber (409), Azo yellow light(268) e a água para fazer um verde natural. Com esta pintura a vegetação e o reflexo na água, incluindo sobre a cor violeta azul da sombra, já aplicadas.
Diluir a cor com abundância de água e nos lugares ir sobre as montanhas, adicionando um dab do Ultramarine deep (506) para a vista sob a ponte.

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Passo 4
Misturar laranja a partir de Azo yellow light (268), com Permanent red light (370) e água, pintar os telhados, o reflexo da ponte, detalhes tais como caixilhos das janelas e as pedras na ponte (também aquelas das casas nas vistas sob a ponte).
Outra vez misturar um violeta azul com o Ultramarine deep (506), pouco burnt umber (409) e água e reforçar as sombras as mais escuras das árvores, das casas e da ponte (não se esquecer de detalhes como janelas e outros acentos).
Adicionar mais água e reforce o céu com os remendos. Usar uma escova limpa, molhada, a fim de amaciar pouco aqui e lá o céu nas bordas.
Pintar a água, a sombra nas montanhas e uns detalhes mais claros nas casas e na ponte.

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Passo 5
Concluindo, pintar a vegetação nos detalhes direitos e do final.
Misturar um verde natural do Hookers green deep (645), de algum burnt umber (409), Azo yellow light (268) e água. Pintar os remendos verdes grandes das folhas. Os remendos pequenos são criados espirrando a pintura no papel: para fazer isto, prender a escova alguns centímetros acima do papel e para bater o metal da escova com um dedo. A quantidade de pintura na escova é importante para um resultado bom. Praticar isto em uma folha de teste primeiramente.
Fazer o mesmo com uma cor azul, misturada do Ultramarine deep (506), de um pouco de verde Hookers green deep (645) e água. Esperar que seque completamente.
Pintar os troncos e as filiais com uma cor escura, browny-verde misturada do burnt umber (409), pouco Ultramarine deep (506) e água.
Fazer outra vez uma cor azul-violeta com Ultramarine deep (506), pouco burnt umber (409) e água e acentuando o ripples na água (especialmente no primeiro plano).
Iluminar a cor adicionando mais água e pintar alguns remendos da sombra nos telhados e nas paredes das casas.
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  • Colores intensas e de máxima solidez
  • Tonalidades inalteraveis inclindo em cores muito diluidas
  • Viscosidade uniforme
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Van Gogh acuarela, tubo 10 ml  Estuche de plástico, tubos 20HP112   


A escolha dos materiais e da técnica adequada está directamente ligada ao resultado final desejado para o trabalho. O suporte mais comum é a tela (normalmente uma superfície de madeira coberta por algum tipo de tecido). É possível também usar o papel (embora seja muito pouco adequado à maior parte das tintas). Quanto aos materiais, a escolha é mais demorada e, normalmente, envolve uma preferência pessoal e da tua disponibilidade financeira. O papel é o suporte comum para a aguarela e o guache, e eventualmente para a tinta acrílica. Os materiais mais comuns são: a tinta a óleo, a tinta acrílica, o guache e a aguarela. É também possível trabalhares com pastéis e carvão, embora estes materiais sejam mais apropriados para o desenho.
Cada artista desenvolve um estilo pessoal, como se se tratasse da sua própria assinatura. Isto só se consegue depois de muito trabalho e experiência, observando os métodos  e estilos de outros artistas para depois tentares pô-los em prática. O ideal é que visites museus, exposições e galerias de arte. Terás certamente muito que ver e aprender. Mas não te esqueças, na hora de criar, que na arte tudo é válido.
publicado por Livraria Orpheu às 16:16

02
Abr 11
  

 

A pintura a óleo é uma técnicaartística que podes utilizar. Vais necessitar de tintas de óleo, pincéis, espátulas ou outros recursos, telas de tecido, ou superfícies de madeira ou de outro material. Vais ver que a pintura a óleo é muito versátil. A palete cromática de tintas de óleo abrange cerca de 114 cores disponíveis. Tens ainda a hipótese de as poderes conjugar harmoniosamente, nunca perdendo a qualidade cromática da pintura. Existe ainda no mercado uma larga variedade de médios que podem alterar certas características das tintas de óleo.

A consistência, a textura, o lustro/brilho e uma taxa de secura/fixação, são alguns dos factores que podem ser alterados. As tintas de óleo são uma mistura de pigmentos pulverizados e óleo de linhaça. É uma massa espessa, da consistência da manteiga, e já vem pronta para a usar, embalada em tubos ou em pequenas latas. Dissolve-se com óleo de linhaça ou terebintina (solvente) para torná-la mais diluída e fácil de espalhar. O óleo acrescenta brilho à tinta enquanto que o solvente tende a torná-la opaca. Acrescentando o óleo de linhaça a pintura demorará mais tempo a secar. Mas essa é uma grande vantagem da pintura a óleo, pois a secagem lenta da tinta permite ao pintor alterar e corrigir o seu trabalho. Para pintares a óleo aconselhamos-te a adquirires um cavalete para pousares a tela. Desta forma poderás proteger o teu trabalho, uma vez que ele demora muito a secar, mas também te facilita o processo criativo (melhor aproveitamento da luz e da cor).
Os óleos podem ser aplicados puros, para produzir uma intensa superfície de pinceladas. Ou podem ser diluídos até se obter uma consistência semelhante à das aguarelas, ou serem aplicados com um pequeno pedaço de pano de forma a produzirem apenas uma mancha suave. Se deixares secar uma camada para depois aplicares outra por cima, podes aperfeiçoar a forma da camada anterior e criar uma superfície rica em cor e textura.

 


 

Técnica de Pintura a Óleo passo a passo 

 

 

 

Material necessario
6 cores a óleo solúvel a água Van Gogh:
Branco de titânio (105), Amarelo azo claro (268), 
Vermelho naftol claro (398), Azul cobalto ftalo (514),
Verde permanente escuro (619) e Preto marfim (701).
Pinceis planos e redondos.
Suporte: papel ou tela de pintura a óleo Van Gogh
de 18 x 24 cm ou 24 x 32 cm.
Recipiente com água, pano de algodão, lápis (HB ou B),
régua, borracha e uma paleta para misturar e fazer as      
cores desejadas.
 
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Passo 1

Desenhe ligeiramente, com un lápiz HB, os 20 quadrados do exemplo (indicados com linhas azuis) sobre o suporte para pintura a óleo Van Gogh.

Por exemplo, num suporte de formato 18 x 24 cm desenhe quadrados de 4 x 4 cm, se o suporte for de formato 24 x 32, faça quadrados de 5,5 x 5,5 cm, assim ficará uma margem á volta do quadro que servirá para colocar num passepartur.

Agora calque com um lápis suavemente sobre o suporte o exemplo.

Quando tiver o desenho sobre o suporte, apague as linhas da quadrícula.

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Passo 2

Componha diversas nuances de verde misturando Azul cobalto ftalo (514) com Amarelo azo claro (268) em diferentes proporções. Para os tons mais claros, junte mais amarelo e para os mais escuros mais azul. Misture um pouco de branco (105) a todas as nuances e pinte seguindo o exemplo as árvores do fundo.

Agora necessita diferentes tons de verde claro para a erva do primeiro plano. Como cor de base, misture Amarelo azo claro (268) com igual quantidade de branco (105), um pouco de Verde permanente escuro (619) e um pouco de Vermelho naftol claro (398). Junte, para conseguir as diferentes nuances: mais amarelo (201) ou um pouco de verde (602), um pouco de verde (602) e um pouco de vermelho (338).

Use as mesmas cores para as árvores do caminho, mas com menos verde e mais branco.

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Passo 3

Faça um azul claro para o céu misturando muito branco (105) com Azul cobalto ftalo (514) e um pouco de Vermelho naftol claro (398). A seguir vá descendendo, vá juntando mais branco (105) e um pouco de amarelo (201). Atenção: não misture por completo as cores do céu numa paleta para que se faça um efeito de céu nubloso. Não esqueça os espaços abertos entre as folhas e debaixo das árvores.

Para o caminho, componha uma tonalidade quente arenosa á base de muito branco (105) e Amarelo azo claro (268) com um pouco de Vermelho naftol claro (398) e um pouco de Azul cobalto ftalo (514). Para a sombra do primeiro plano, junte branco (105) e um pouco de Azul cobalto ftalo (514) e Vermelho naftol claro (398).

Misture Verde permanente escuro (619) com pouco Preto marfim (701) para os pontos escuros do primeiro plano e os tons escuros das orlas do caminho.

Pinte a parte escura dos arvoredos com uma mistura de Verde permanente escuro (619), um pouco de branco (105) e um pouco de Vermelho naftol claro (398) e os pontos mais escuros com uma mistura de Preto marfim (701) e Amarelo azo claro (268).

Faça a parte clara das árvores e arbustos situados á volta do caminho com mistura de Amarelo azo claro (268), branco (105) e um pouco de Vermelho naftol claro (398) e Verde permanente escuro (619), juntando mais branco (105) para as partes mais claras nas árvores e arbustos situados no primeiro plano.

Deixe secar o quadro um par de dias até que a pintura não esteja mordente. Limpe os utensílios.

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Passo 4

Suavize agora, um pouco as cores das árvores do fundo e dar mais forma á folhagem. Para isso, use as mesmas cores que no passo 2, mas com algo mais de branco (105). Para as sombras mais escuras junte um pouco Preto marfim (701).

Misture Amarelo azo claro (268) e Preto marfim (701) para os tons escuros da folhagem dos arboredos pequenos da direita e alterne com frios acentos escuros á base de Azul cobalto ftalo (514) misturado com Preto marfim (701).

Misture Amarelo azo claro (268), branco (105) e um pouco de Vermelho naftol claro (398) para pintar as cores amarelas e junte um pouco de Verde permanente escuro (619) para o verde claro.

Componha um castanho escuro á base de amarelo (201), Vermelho naftol claro(398) e Preto marfim (701) para os troncos das árvores e alguma  outra rama.

Misture Azul cobalto ftalo (514) e um pouco de Preto marfim (701) com água para fazer uma cor transparente e pinte ligeiramente as sombras do caminho  e a erva.

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Passo 5

Misture Amarelo azo claro (268) e branco (105) com um pouco de Verde permanente escuro (619) e outro de Vermelho naftol claro (398) para aclarar a relva.

Junte a esta cor alternativamente Verde permanente escuro (619) ou branco (105) para a vegetação das lindes do caminho.

Misture Amarelo azo claro (268) com Preto marfim (701), junte um pouco mais de água e pinte nítidamente com um píncel redondo as ervas do ángulo inferior direito.

Misture Azul cobalto ftalo (514) e Preto marfim (701) e pinte as silhuetas dos troncos pretos do fundo.

Componha um beije claro á base de Amarelo azo claro (268), muito branco (105)  um pouco de Vermelho naftol claro (398) e pinte a luz do caminho (não sobre as sombras) e os troncos das árvores. Junte um pouco de Vermelho naftol claro (398) e algo de água e pinte de forma transparente com o píncel redondo os tronquinhos claros do fundo do bosque.

Pinte com castanho escuro (ver passo 4) algumas das ramas que se vê entre a folhagem.

Por último, faça com branco (105) e um pouco de Azul cobalto ftalo (514), alguns espaços de luz no fundo (á esquerda) e na  folhagem. Faça mais viva a vegetação situada á volta do caminho com algo de Amarelo azo claro (268), Vermelho naftol claro (398) e branco (105). Se desejar, junte outros detalhes.

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ÓLEO VAN GOGH H2OIL

 

 
H2Oil é um óleo com umas propiedades muito especiais: a pintura mistura-se com água e o tempo de secagem é muito curto. Já nao há necessidade de usar Terebentina ou White spirit, o que faz do H2Oil uma pintura muito fácil de usar sendo, até, respeituosa com o meio ambiente. O resultado final é como aquele do óleo tradicional.
 
  • Óleo para diluir com água com as mesmas propiedades que o óleo tradicional
  • Nao precisa utilizar white spirit nem terebentina  
  • Rápido processo de secagem

 

Van Gogh H2Oil colour, tubo 20 ml  Van Gogh H2Oil colour, tubo 40 ml  Van Gogh H2Oil colour, tubo 150 ml

  Van Gogh H2Oil 20ml         Van Gogh H2Oil 40ml           Van Gogh H2Oil 150ml

 

 

Royal Talens

 


A escolha dos materiais e da técnica adequada está directamente ligada ao resultado final desejado para o trabalho. O suporte mais comum é a tela (normalmente uma superfície de madeira coberta por algum tipo de tecido). É possível também usar o papel (embora seja muito pouco adequado à maior parte das tintas). Quanto aos materiais, a escolha é mais demorada e, normalmente, envolve uma preferência pessoal e da tua disponibilidade financeira. O papel é o suporte comum para a aguarela e o guache, e eventualmente para a tinta acrílica. Os materiais mais comuns são: a tinta a óleo, a tinta acrílica, o guache e a aguarela. É também possível trabalhares com pastéis e carvão, embora estes materiais sejam mais apropriados para o desenho.
Cada artista desenvolve um estilo pessoal, como se se tratasse da sua própria assinatura. Isto só se consegue depois de muito trabalho e experiência, observando os métodos  e estilos de outros artistas para depois tentares pô-los em prática. O ideal é que visites museus, exposições e galerias de arte. Terás certamente muito que ver e aprender. Mas não te esqueças, na hora de criar, que na arte tudo é válido.

 

publicado por Livraria Orpheu às 22:41

O acrílico é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo-te combinar as técnicas da pintura a óleo e da aguarela. Se quiseres fazer tinta acrílica, podes misturar tinta guache com cola. É uma tinta que seca depressa, limpa-se facilmente e permite trabalhos com óptima qualidade. É a técnica ideal para fazeres quadros figurativos, tipo cartoon. Experimenta!

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Técnica de Pintura a Acrílico passo a passo
Material necessario:
Bastidor 40 x 50 cm
2 bastidores 20 x 50 cm
Paleta
Acrílico Amsterdam: Branco titánio, uma ou mais cores azuis, Magenta primário
Pinceis: de cerda ou de filamento (poliéster), modelo lingua de gato
Lápis de pastel
Borracha de carvão
Fixativo
Medio acrílico brillante ou mate
Verniz acrílico brillante ou mate.
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Passo 1
Para obter o esboço na tela, pode-se aumentar o desenho com uma fotocopiadora e passar na tela. Ao pintar com acrílico,  aconselha-se fazer o desenho com carvão ou lápis de pastel, já que o lápis de grafite fica visível através do acrílico.Os erros podem apagar-se com a borracha de carvão. Uma vez pronto o esboço, fixa-se com spray fixativo.
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Passo 2
Pintar as linhas com tinta azul, se quiser, pode diluir a tinta com água.
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Passo 3
Aplicar azul nas sombras dos jarrões na mesa. Neste ponto começa-se a clarificar a representacão dos jarrões.
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Passo 4
Aplicar mais cor nas zonas das sombras, especialmente nas profundidades. 
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Passo 5
Aplicar um azul aclarado com branco no lado direito dos jarrões. Pode-se variar as tonalidades de azul segundo o gosto de cada um.

Passo 6
Para a tonalidade mais escura das sombras, misturar um pouco de Magenta primário ao azul. Na parte direita, dar um toque de branco sobre o azul para conseguir um bom angulo de luz. Diluir un pouco de Magenta primário com Medio acrílico e aplicar em toques muito finos e transparentes no fundo e sobre a mesa.

Acabamento
Proteger a obra com verniz acrílico, a escolher brilhante ou mate. Tambem podem misturar entre si as duas variantes para conseguir o grau de brilho desejado. Se a pintura nao foi produzida em camadas muito espessas, já se pode envernizar passado 24 horas. 
 
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ACRÍLICO AMSTERDAM
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folheto
  • A gama consta de 70 cores com um grau de resistência á luz de alto a elevado
  • Uma película de pintura extremamente duradoira (o aglutinante consiste em 100% de resina de acrilato). Para um resultado imperecível.
  • Resistênte aos alcalis, e portanto, apropiado para murais.
  • Disponivel em tubos de 120 e 250 ml e em frascos de 500 e 1000 ml
  • A pintura dilui-se fácilmente com água. 
  • O tempo de secagem é curto: capas finas ficam secas em meia hora. 
  • Graças á sua formula, a pintura é quase inodora.
Amsterdam acrílico, tubo 120 ml  Amsterdam acrílico, frasco 500 ml   

Amsterdam acrílico, frasco 1000 ml

 


A escolha dos materiais e da técnica adequada está directamente ligada ao resultado final desejado para o trabalho. O suporte mais comum é a tela (normalmente uma superfície de madeira coberta por algum tipo de tecido). É possível também usar o papel (embora seja muito pouco adequado à maior parte das tintas). Quanto aos materiais, a escolha é mais demorada e, normalmente, envolve uma preferência pessoal e da tua disponibilidade financeira. O papel é o suporte comum para a aguarela e o guache, e eventualmente para a tinta acrílica. Os materiais mais comuns são: a tinta a óleo, a tinta acrílica, o guache e a aguarela. É também possível trabalhares com pastéis e carvão, embora estes materiais sejam mais apropriados para o desenho.
Cada artista desenvolve um estilo pessoal, como se se tratasse da sua própria assinatura. Isto só se consegue depois de muito trabalho e experiência, observando os métodos  e estilos de outros artistas para depois tentares pô-los em prática. O ideal é que visites museus, exposições e galerias de arte. Terás certamente muito que ver e aprender. Mas não te esqueças, na hora de criar, que na arte tudo é válido.

 

 

 

publicado por Livraria Orpheu às 14:41

17
Dez 08

Aqui ficam as fotos, depois de uma noite de glamour...

 

 

 

 

 

 

 

 

Obrigado, Assumpção Lima.

publicado por Livraria Orpheu às 21:50

06
Mar 08

Vendido por mais de 740 mil euros
Quadro de Paula Rego bate novo recorde
Tela da artista portuguesa, pintada a pastel e datada de 1994, foi vendida num leilão em Londres.
 
Quadro de Paula Rego bate novo recorde "Baying" representa uma mulher ajoelhada no chão, com os olhos fechados e uivando

"Baying" representa uma mulher ajoelhada no chão, com os olhos fechados e uivando

Um quadro da artista portuguesa Paula Rego foi hoje vendido em leilão em Londres por mais de 740 mil euros, representando um novo recorde, disse à agência Lusa fonte da leiloeira Sotheby's.
"O quadro foi vendido por 740.599 euros (558.800 libras), o que é um novo recorde mundial para a artista", afirmou um porta-voz da Sotheby's.
O quadro vendido hoje na capital britânica foi "Baying" (Uivando, em português), uma tela pintada a pastel datada de 1994 e avaliada inicialmente entre entre 350 mil e 500 mil libras (464 mil e 663 mil euros).
Em declarações à agência Lusa, Francis Outred, director e responsável pelas vendas provadas no departamento de Arte Contemporânea da Sotheby's, já havia previsto que hoje fosse alcançado um novo recorde para a venda de um trabalho de Paula Rego.
"É uma obra muito central e importante e provavelmente o maior ícone da série Mulher-Cão", sustentou.
A tela representa uma mulher ajoelhada no chão, com os olhos fechados e uivando, imagem que foi usada na capa de livros dedicados à obra de Paula Rego e na publicidade a exposições.
Segundo Outred, esta foi a primeira tela pintada a pastel de Rego que apareceu em leilão, enquanto os restantes quadros eram pastéis sobre cartão, o que justifica o "grande interesse" que recebeu de potenciais compradores.
Actualmente, os maiores admiradores do trabalho da artista portuguesa radicada em Londres são "predominantemente britânicos e portugueses, mas os americanos e europeus estão a começar a habituar-se à sua obra".
Para este especialista em Arte Contemporânea, "os preços crescentes só vão encorajar a que um maior número de obras apareçam a leilão", o que aumenta o interesse na obra de Paula Rego.
O anterior recorde de venda em leilão de um trabalho de Paula Rego foi registado há apenas três semanas, quando "The Lesson" (A Lição) foi vendida pela rival Christie's em Londres, por 446,1 mil libras esterlinas (596,881 euros no cambio daquele dia).
"The Lesson" superou por sua vez o anterior montante recorde, alcançado em Junho de 2006, pela obra "Moth" (Traça), então leiloada por 378,4 mil libras (cerca de 560 mil euros no câmbio da altura, 502 mil euros no câmbio actual).
Nascida em 1935 em Lisboa, Paula Rego estudou em Londres, na Slade School of Art, entre 1952 e 1956.
Embora tenha regressado e residido em Portugal durante alguns anos, Paula Rego instalou-se definitivamente na capital britânica no início dos anos 1960 com o marido, o também pintor Victor Willing (entretanto falecido), de quem teve duas filhas e um filho.
A primeira exposição a solo foi na AIR Gallery, em 1981, a que se seguiram várias, entre as quais uma retrospectiva na Serpentine Gallery, em 1988, e outra na Tate Liverpool, em 1997, no mesmo ano em que o Centro Cultural de Belém organizou uma exposição da sua obra.
A mais recente e, segundo a imprensa, a mais abrangente, realizou-se no Museu nacional Centro de Arte Rainha Sofia, em Madrid, no ano passado.
Francis Outred estima que a qualidade de Paula Rego é agora cada vez mais apreciada pelo público e coleccionadores e os seus quadros vão custar mais dinheiro no futuro.
"Cada venda pode representar um novo recorde", prognostica.

 


 

 

 

                                                                Paula Rego "A Dança"

 


 

 

Luta com um anjo (1992)

 

                                   Vieira da Silva "Luta com um anjo"

 


 

 

Obras de Paula Rego e Vieira da Silva estão entre as 148 a leiloar pela Sala Branca, a 28 de Fevereiro, no Centro Cultural de Belém, que acolhe pela primeira vez um leilão de arte moderna e contemporânea.

Pedro Mesquita da Cunha, da gerência da Sala Branca, leiloeira criada em Setembro de 2007, disse à Agência Lusa que este primeiro leilão reúne sobretudo obras de artistas portugueses, provenientes de coleccionadores privados portugueses.

A estreia da leiloeira ocorre no Centro Cultural de Belém (CCB), onde já se realizaram leilões de livros e fotografias, sendo esta a primeira vez que ali se licita arte moderna e contemporânea, com obras de pintura a óleo, aguarelas, técnicas mistas, escultura em bronze, porcelana e fotografia.

"The Egyptian Cats" (1982), de Paula Rego, um acrílico sobre papel colado em tela é um dos quadros com a base de licitação mais elevada, entre os 250 mil e os 350 mil euros.

Também será leiloado um acrílico sobre tela de Menez, intitulado "As Nuvens", com uma base de licitação entre os 120 mil e os 180 mil euros, e um quadro a óleo sobre tela de Vieira da Silva, de 1980, com uma base de licitação entre os 100 mil e os 150 mil euros.

Júlio Pomar, Noronha da Costa, Almada Negreiros, Leonel Moura, António Sena, José de Guimarães, Fernando Calhau, Daniel Blaufuks, Pedro Cabrita Reis, Manuel Cargaleiro, João Penalva, Nadir Afonso, Ângelo de Sousa, Mário Cesariny, Nikias Skapinakis, Michael Biberstein, René Bertholo, são alguns dos artistas representados neste leilão, que decorrerá a partir das 21:30 na Sala Luís de Freitas Branco do CCB.

Nos dias 23, 24, e 25 de Fevereiro, as obras estarão em exposição no foyer e Sala Eugénio de Andrade do CCB, entre as 10:00 e as 23:00.

Pedro Mesquita da Cunha comentou à Lusa que a arte moderna e contemporânea "está a despertar um interesse crescente em Portugal", porque "os investidores perceberam que pode ser um activo diferente dos tradicionais".

"Nestes anos de crise, em que a economia não está estável, as pessoas apercebem-se de que a arte pode ser um investimento que não se desvaloriza, pelo contrário", comentou, acrescentando que o fenómeno também está relacionado com uma mudança de gosto do clássico para o moderno e contemporâneo.

O responsável indicou ainda que a Leiloeira Sala Branca pretende leiloar obras de arte moderna e contemporânea que surgem raramente em leilões em Portugal, tais como o vídeo.

Para divulgar o catálogo do leilão internacionalmente, a Sala Branca colocou-o no site da bolsa de arte www.arteprice.com.

 

Lusa/Fim

publicado por Livraria Orpheu às 23:50

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Ago 07
Pincéis e cuidados a ter...

Os pincéis são a ferramenta mais preciosa de um pintor. Há pincéis para cada tipo de material. Mas são dois os formatos básicos:
Redondos - Os pêlos são longos, arranjados de forma compacta. Este tipo de pincel permite reter mais tinta que outros pincéis do mesmo tamanho, mas formato diferente. Por isso é o preferido por muitos artistas para colorir grandes áreas.
Chatos – Espalham melhor a tinta.

Os pêlos podem ser naturais ou sintéticos. Os pêlos naturais são preferidos para pinturas a óleo e vernizes, enquanto que os sintéticos são melhores para tintas à base de água, pois as cerdas não se expandem quando humedecidas.
Para manteres este tipo de material em boas condições deves reter alguns cuidados básicos. Os pincéis devem ser limpos imediatamente após seu uso. Isto aplica-se principalmente no caso de tinta a óleo e tinta acrílica, porque a remoção dos resíduos de tinta seca pode danificar os pincéis. Nunca deixes os pincéis com as cerdas mergulhadas para baixo em recipientes com água, terebintina, ou qualquer outro solvente. Caso desejes limpá-los, utiliza as mãos ou um pano humedecido no solvente adequado. Caso contrário, os pêlos poderão deformar-se. Guarda-os separados, na vertical, com as cerdas para cima.
publicado por Livraria Orpheu às 22:39

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